31 de março de 2010

Passo-a-Passo Muralha da China







Há algum tempo a revista Aventuras na História publicou um infográfico sobre a Muralha da China. Confira mais aqui.

Créditos: Revista Aventuras na História/Editora Abril. O Infográfico Muralha da China foi feito a 12 mãos: Luiz Iria (edição de infografia), Éber Evangelista (ilustração), Débora Bianchi (edição de arte), Fábio Otubo (design), Tiago Cordeiro (edição de texto), Lívia Lombardo (reportagem).

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25 de março de 2010

Passo a Passo Mapa Mundi da Fórmula 1

O Bernardo, designer da Mundo Estranho, mandou esse mapa sobre o coircuito da F1.
A ideia foi fazer uma pista baseada na localização e na sequência das cidades em que os GPs acontecem.











testes do traçado do circuito


aqui mudamos a projeção do mapa mundi


mais um teste!


aqui entrou a consultoria do Burti, dando toques de como uma pista de comporta


aqui fechamos o traçado do circuito e passamos pra finalização










Revista Mundo Estranho/Editora Abril
Designer: Bernardo Borges
Texto: Jokura
Ilustração: Japs

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26 de fevereiro de 2010

Newsgame da Segunda Guerra











A Fabiane Zambon enviou o passo a passo deste newsgame desenvolvido para o site da Superinteressante.

A Cobra Vai Fumar

Este newsgame é uma expansão da matéria de capa publicada na revista Superinterssante na edição 269. Seu objetivo é mostrar ao internauta como era o dia a dia do soldado brasileiro(conhecido como "pracinha") na Segunda Guerra Mundial. Na introdução, uma sequência de ilustrações reconstrói momentos dos "pracinhas" na Itália, enquanto são mostrados dados e números sobre a participação brasileira no evento. A primeira fase é a ficha de alistamento do soldado. Como aconteceu na vida real, pessoas com menos de 29 dentes ou menos de 1,55m de altura não podiam se alistar(e naquela época esse era um sério problema da população brasileira). A navegação é toda construída em cima de clicar nos objetos/pessoas e escolher se você quer chutar, pegar ou "conversar" com alguma coisa/pessoa. Na segunda fase, o internauta conhece o treinamento dos pracinhas e sua dificuldade de compreender as ordens dos oficiais americanos. A terceira fase mostra o sofrimento dos brasileiros no rigoroso inverno italiano de 1945, antes da invasão de Monte Castelo - e as táticas desenvolvidas para escapar do frio. Através das etapas do jogo o usuário aprende se divertindo, vivendo as situações que um pracinha vivia. Tudo apoiado na apuração jornalística rigorosa feita pela equipe da revista.


Equipe:

Criação e Roteiro: Bruno Xavier & Fred Di Giacomo
Programação: Douglas Kawazu
Reportagem: Emiliano Urbim e Érica Georgino
Ilustração: Alisson Lima e André Maciel

Jogue aqui.

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12 de fevereiro de 2010

O Esquenta-Esfria do Planeta












O diretor de arte Fábio Bosquê enviou o desenvolvimento deste infográfico publicado no Almanaque Abril 2010, da Editora Abril.

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Este info foi concebido para abrir o capítulo de meio ambiente do Almanaque Abril 2010. Queríamos falar sobre a variação da temperatura média do planeta e sua relação com o nível de CO2 na atmosfera e mostrar os ciclos de eras glaciais (frios) e interglaciais (quentes) em uma linha do tempo de 400 mil anos.

Inicialmente estes gráficos foram montados separados, mas a sobreposição deles e sua convergência eram justamente o que queríamos mostrar. Claro tínhamos um problema de escalas para resolver, mas sem esta sobreposição a idéia perdia força.

Também queríamos mostrar como seria a cobertura de gelo da Terra no ápice destes dois períodos para dar uma idéia mais clara para o leitor do que estávamos falando.

A medida que a apuração avançou vimos que o nível de CO2, sozinho, não explica o fenômeno de esquenta e esfria do planeta, e pior, não há um consenso entre os cientistas sobre quais fatores influenciam , mas uma hipótese bastante considerada está relaciona à órbita da Terra e ao eixo de rotação. Isso não poderia ficar de fora e tivemos de incorporar estes dados de forma bastante resumida, pois, por si só isso renderia um infográfico próprio.

Assim o info foi tomando sua forma, que ainda contou com ajustes de acabamento tanto de arte quanto do texto.

Equipe:
Infográfia: Mario Kanno
Design e edição de arte: Fábio Bosquê
Reportagem: Mariana Ferreira
Edição: Paulo Zocchi

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11 de novembro de 2009

narcotráfico • passo-a-passo

O Gabriel Gianordoli, designer da Superinteressante mandou o passo-a-passo desse infográfico sobre narcotráfico publicado na revista.


A primeira versão desse trabalho era bem diferente da final, tanto em estilo quanto em intenção.
Tínhamos dados mostrando a contabilidade do narcotráfico, divida em 6 etapas. Decidimos usar uma ilustração realista, como um recorte fotográfico do morro. A inspiração era o clássico infográfico da Super feito pelo Luiz Iria, que mostra como funciona o tráfico e como deveriam agir os policias para combatê-lo.
Depois de um mês trabalhando nessa dupla até chegar a um resultado visual satisfatório, decidimos abandoná-la completamente. Percebemos que o trabalho era pobre de informações visuais. Os números não tinham relação com a ilustração — que estava longe de ser um infográfico.



Representar visualmente esses números era nosso novo desafio. Depois de várias idéias, pensamos em construir uma espécie de fábrica, onde poderíamos transformar os dados numéricos em informação visual. As tabelas anteriores seriam substituídas por pilhas de drogas, fileiras de funcionários etc…
O primeiro passo foi decidir como poderíamos encaixar nossas estapas na cena de uma empresa. Fizemos listas definindo em que compartimento/sala entraria cada dado e como. A compra da droga, por exemplo, seria mostrada como um carregamento sendo trazido em empilhadeiras.
A partir daí, construímos a estrutura básica dessa empresa, tendo como objetivos:
- o edifício deveria parecer real, com salas e andares interligados;
- os elementos numéricos seriam mostrados visualmente;
- as somas finais de cada tabela — despesa ou lucro total — estariam destacados fora das salas, criando uma macroleitura que pudesse ser independente da microleitura de cada tabela.
O resultado desse rafe inicial foi emviado para o ilustrador Cássio Bittencourt.



Depois disso, Cássio fez alguns estudos de acabamento com parte da estrutura, para que pudéssemos decidir melhor o estilo da ilustração. Não queríamos que essa construção parecesse realmente uma fábrica ou empresa, o que acabaria com a conexão visual com a favela. Era importante que preservássemos os elementos do cenário original — especialmente os materiais — ainda que sob uma construção completamente hipotética. Por isso, fomos com a segunda opção.




Mesmo tendo parâmetros de acabamento mais definidos nessa fase, continuamos a ajustar os elementos à premissa de que o cenário deveria lembrar a favela. Na figura 4 os caixas de venda lembram balcões de fast-food, e a sala do RH se parece com a de uma empresa normal. Na figura 5, coberturas de eternit e bancos de madeira substituíram esses materiais.
Adicionamos ainda outros elementos visuais: a mesa com os policiais negociando, o pirata-camelô, o gato e o motoboy — muitos sugestões do Cássio. Eram piadas que também ajudavam a tornar as cenas mais realistas.




A primeira versão quase acabada da página já era bem rica na construção das cenas. A individualização dos personagens através das roupas também acrescentou bastante à ambientação da ilustração, que ainda receberia algumas texturas para reforçar o clima de sujeira. Contudo, a página ainda trazia alguns problemas de visualização de dados:
- os personagens no RH, ainda que separados nos bancos que representavam funções diferentes (embalador, olheiro, soldado etc), pareciam misturados;
- na fila de consumidores, os segmentos criados em cada fila para representar a divisão do consumo por faixa etária — um dado novo da apuração — não eram perceptíveis, devido a individualização excessiva.



Por fim, a ilustração recebeu seu acabamento final com mais textura e melhor contraste entre os elementos e o fundo. Os problemas dos gráficos da versão anterior foram corrigidos:
- os personagens do RH foram alinhados junto à parede que contém sua informação numérica, facilitando sua visualização como um gráfico de barras com pessoas; além disso, cada uma das funções foi distribuída em um único banco e diferenciada por cor;
- a caracterização dos personagens das filas foi diminuída dentro de cada faixa etária — todos passaram a usar as mesmas roupas e cores.
- foram acrescentadas também placas em cada sala, para reforçar a metáfora utilizada em cada cena.
A organização das legendas sofreu poucas alterações, mais relacionadas a mudanças de edição que à sua distribuição espacial. Incluem-se aí os gráficos comparando os dados do narcotráfico com o de empresas legais. As somas de cada tópico foram divididas em dois tipos/cores: vermelho para débitos e verde para créditos.
Enfim, um trabalho bem longo que dependeu bastante da ajuda de toda a equipe aqui na Super.



Créditos
Revista Superinteressante/Editora Abril
Edição: Bruno Garattoni
Design: Gabriel Gianordoli
Texto: Mariana Delfini
Ilustração: Cássio Bittencourt

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